Vera Cooper Rubin (23 de julho de 1928 – 25 de dezembro de 2016) foi uma astrônoma americana pioneira no estudo das curvas de rotação galácticas e na descoberta da matéria escura. Seu trabalho forneceu evidências convincentes da existência de uma grande quantidade de matéria invisível no universo.
Contribuições Principais:
Curvas de Rotação Anômalas: Rubin, em colaboração com Kent Ford, mediu as velocidades de rotação de estrelas em diversas galáxias espirais. Descobriram que as velocidades de rotação permaneciam relativamente constantes à medida que a distância do centro galáctico aumentava, o que contradizia as previsões baseadas na quantidade de matéria visível.
Evidência da Matéria Escura: A explicação mais plausível para as curvas de rotação anômalas era a presença de matéria não luminosa, ou seja, matéria escura, exercendo uma força gravitacional adicional sobre as estrelas nas regiões externas das galáxias.
Reconhecimento: Apesar da importância de suas descobertas, Rubin nunca recebeu o Prêmio Nobel, embora tenha recebido inúmeras outras honrarias, incluindo a Medalha Nacional de Ciências dos EUA.
Impacto:
O trabalho de Vera Rubin revolucionou a compreensão da estrutura e da dinâmica das galáxias e forneceu uma base crucial para a aceitação generalizada da existência da matéria escura como um componente dominante do universo. Sua pesquisa inspirou gerações de astrônomos e cosmólogos e continua sendo fundamental para a pesquisa em cosmologia e astrofísica.
Vida Pessoal:
Rubin era uma defensora da igualdade de gênero na ciência e incentivou muitas mulheres a seguirem carreiras em astronomia. Ela enfrentou discriminação em sua própria carreira, mas persistiu e se tornou uma figura inspiradora para cientistas de todo o mundo.
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